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Mais uma vez, a UCP esteve representada no 7º Congresso Brasileiro de Saúde Mental, organizado pela Associação Brasileira de Saúde Mental (ABRASME). O evento, que nesta edição aconteceu on-line, foi realizado entre os dias 9 a 11 de dezembro e teve o tema Desorganizando Posso me Organizar: Lutas, Afetos e Resistências Antimanicomiais. As alunas do Programa de Pós-graduação em Psicologia (PPGPSI) da UCP apresentaram seus trabalhos em mesas-redondas. Duas alunas da graduação também apresentaram seus Trabalhos de Conclusão de Curso (TCC) em uma roda de conversa. 



No segundo dia do Congresso, dia 10, as alunas do mestrado apresentaram seus trabalhos na mesa-redonda A Patologização da Infância e da Adolescência. A mestranda Mayara Mandarino Pinheiro falou sobre A escola disciplinadora e a produção diagnóstica de TOD. Letícia Nascimento Mello apresentou seu trabalho sobre A medicalização da queixa escolar e o uso de psicotrópicos na infância.
“Foi uma experiência enriquecedora poder falar em um congresso nacional sobre um assunto tão necessário e urgente, em especial estando ao lado de duas profissionais tão capacitadas. Perceber, através da interação das pessoas que estavam assistindo, que aquele foi um espaço onde puderam criar novas percepções a respeito do tema e refletir sobre os seus próprios olhares acerca da medicalização foi extremamente valioso”, observa as mestrandas Mayara e Letícia.

Graduação também presente no evento
No dia 9, foi a vez das alunas da graduação apresentarem suas monografias. A estudante do 10º período, Martha Correa Carvalho falou sobre Branquitude e racismo estrutural: os atravessamentos da colonialidade na atuação da psicologia brasileira
 
“Ter a oportunidade de apresentar minha monografia nesse evento foi uma experiência muito gratificante. Não só pela sensação de validação e reconhecimento do meu trabalho, mas também por abrir a oportunidade de troca com pessoas de diversos locais com perspectivas e experiências tão diversas, mas que se encontram na busca por uma prática orientada por visões mais críticas e plurais”, disse.

Mirelli Aparecida Neves Zimbrão abordou o tema sobre Sexualidade, religião e a vivência de pessoas LGBTQ+.
“Fiquei muito feliz por poder participar de mais um momento de trocas e pela oportunidade de estudar com professores que incentivam tanto a divulgação dos conhecimentos acadêmicos, valorizando sempre nossas produções”, comenta a aluna que também está no 10º período de Psicologia.